domingo, 26 de outubro de 2014

Bons momentos em imagens #19

Ontem, a convite de uma amiga, fomos à praia logo cedo.
Estava tanto calor que fiquei rouca (não levei chapéu)! A mar e a Sal adoraram!

A Mar foi à água  e não fosse o meu dedo partido e a minha preguiça até eu me tinha aventurado a pôr-me de molho!






sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Tenho medo

Tenho medo que caiam, que se magoem. Tenho medo que cresçam. Tenho medo do que comem, tenho medo quando não comem. Tenho medo nas alturas, nas piscinas, no mar. Tenho medo do que vão ser, dos caminhos que vão escolher. Tenho medo das companhias, tenho medo que se sintam sós. Tenho medo das drogas, do álcool, das noitadas. Tenho medo dos carros, das motas, das parvoíces. Tenho medo do futuro. Tenho medo que não olhem o passado com carinho. Tenho medo das praxes, das doenças, das dietas. Tenho medo de não lhes ensinar a sorrir, a ser inteiros, a ser agradecidos. Tenho medo dos desgostos que vão ter, das mágoas que podem guardar, dos traumas que possam ficar. Tenho medo da poluição, do crime, do cancro, dos pesticidas, dos remédios. Tenho medo das guerras, das pandemias, dos alertas falsos, dos atentados, da insegurança. Tenho medo do mundo daqui a 20 anos. Tenho medo da concorrência desleal, da ausência de valores, do desemprego, dos abusos dos empregadores. Tenho medo que não encontrem a sua vocação. Tenho medo da falta de oportunidade. Tenho medo do azar. Tenho medo que se deixem vender por dinheiro, tenho medo da ambição. Tenho medo da pobreza. Tenho medo que não agarrem a vida, que lhes passe ao lado. Tenho medo que sejam demasiado radicais. Tenho medo que não guardem amigos, tenho medo dos falsos amigos. Tenho medo que não sejam solidários, boas pessoas e que não tenham compaixão. Tenho medo que não tenham fé. Tenho medo que percam a esperança. Tenho medo dos sismos, dos tsunamis, e de tantas catástrofes naturais e tenho, sobretudo, medo se acontecerem quando não estamos juntos. Tenho medo do sol, da camada de ozono. Tenho medo do mercúrio nos peixes, das toxinas na carne, dos químicos nos vegetais. Tenho medo das radiações dos aparelhos eléctricos. Tenho medo do excesso e da falta de informação. Tenho medo da falta de cultura. Tenho medo do sexo descomprometido, tenho medo que se anulem por amor. Tenho medo da falta de amor. Tenho medo que não se entreguem, tenho medo que se deixem ficar por conforto.Tenho medo que não sejam felizes. Tenho medo de ter medo e de lhes passar medo. Tenho medo de lhes faltar, tenho muito mais medo que me faltem. Sou mãe



O texto podia ser meu, porque me revejo em cada frase....mas eu não escrevo assim (maravilhosamente bem).
O texto da Rita, AQUI

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Todos os anos é igual...registo criminal!

Todos os anos tenho que pedir o meu registo criminal. Acho bem! O que não acho bem é que tenha que perder o meu tempo (ainda por cima o horário do serviço coincide com o meu) quando se podia passar o cartão de cidadão num leitor e se pudesse ver essa informação!
Ainda para mais aumentou... agora é 5 euros!
Chiça!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Pessoas sem filhos vs pessoas com filhos

 O que me ri com esta cómica escrita:


As pessoas sem filhos anseiam por sexta-feira. As pessoas com filhos temem-na.

As pessoas sem filhos têm cartões de cinema ilimitado. As pessoas com filhos têm cartão IKEA family.


Para relaxar as pessoas sem filhos vão para o ginásio. As pessoas com filhos vão para o trabalho.

As pessoas sem filhos escolhem o restaurante em função do menu, do preço, do chef, da decoração ou da localização. As pessoas com filhos entram no primeiro restaurante que tenha cadeiras para crianças.

Ao sábado à noite, as pessoas sem filhos vão jantar fora, ao cinema e a um bar. As pessoas com filhos vão à cozinha aquecer restos no microondas, vêem meio episódio de uma sitcom e adormecem no sofá.

As pessoas sem filhos comem cereais, torradas, sumo de laranja e café ao pequeno-almoço. As pessoas com filhos também, mas metade disso vai parar à roupa, à carpete e aos cortinados.

As pessoas sem filhos sentam-se no sofá a ler um livro e a beber um chá. As pessoas com filhos sentam-se na sanita e fecham a porta da casa de banho à chave para terem 5 minutinhos de relax.

As pessoas sem filhos vão ao supermercado, fazem compras e regressam a casa. As pessoas com filhos vão ao supermercado, perseguem-nos até à charcutaria, arrancam-lhes coisas das mãos, tremem quando eles enfiam pelo corredor dos vinhos, negoceiam, chantageiam e regressam a casa percebendo que afinal se esqueceram “da porra das fraldas”.

As pessoas sem filhos vão domir. As pessoas com filhos vão fazer óó.

As pessoas sem filhos acordam com o despertador. As pessoas com filhos gostariam de acordar com o despertador.

As pessoas sem filhos vão a esplanadas e ao cabeleireiro. As pessoas com filhos vão a parques infantis e ao pediatra.

As pessoas sem filhos não sabem quem é a Xana Toc Toc. As pessoas com filhos preferiam não saber quem é a Xana Toc Toc.

As pessoas sem filhos comem sobremesas. As pessoas com filhos escondem-se na cozinha e comem dois quadrados de chocolate para cima do lava-louças. Quando apanhadas em flagrante, as pessoas com filhos dizem que é medicamento e emborcam meio copo de água para validar a farsa.

As pessoas sem filhos viajam com uma mochila. As pessoas com filhos têm esgotamentos nervosos diante de malas.

As pessoas sem filhos praguejam como estivadores. As pessoas com filhos começam a usar termos como “diacho”, “bolas” e “caneco” quando esfacelam o dedão contra o pé do sofá.

As pessoas sem filhos vêem thrillers, dramas, biopics… As pessoas com filhos vêem o Pocoyo.

As pessoas sem filhos mudam de camisa se esta tiver uma nódoa. As pessoas com filhos só mudam a camisa se ela estiver vomitada.



Li aqui.